HORIZONTE FUTEBOL CLUBE

O Horizonte Futebol Clube nasceu em 1933 por iniciativa dos irmãos Horácio Domingos de Sousa, Joaquim Domingos Neto e de vários amigos na pequena localidade de Olho D’água do Venâncio, hoje município de Horizonte No início, suas atividades se resumiam a partidas amistosas em campos de várzea desafiando as equipes das localidades vizinhas. 

As primeiras partidas eram realizadas em campos de areia. A partir de 1989, com a instalação oficial do Município de Horizonte, passou-se a realizar o Campeonato Horizontino de Futebol. Logo o Horizonte Futebol Clube se destacou, sagrando-se tri-campeão nos anos 1989, 1990 e 1991, vencendo ainda os campeonatos de 1993, 1998, 2001, 2002 e 2004. 

Em 2001 e 2002, o Horizonte Futebol Clube foi também vice-campeão em certame promovido pela AFAC entre municípios cearenses. Em 2004, ao conquistar o título de vice-campeão do Torneio Início da 3ª Divisão do Campeonato Cearense, promovido pela Federação Cearense de Futebol, chegou a disputar o quadrangular final que classificava duas equipes para a 2ª divisão. 

No ano seguinte, assegurou vaga na 2ª Divisão do Campeonato Cearense de Futebol. Em 2006, obteve a terceira colocação geral da competição. Em 2007, a partir da adoção de uma postura profissional e contando com o forte apoio da Prefeitura Municipal de Horizonte e dos patrocinadores Pureza, Big Gyn e OPP, oHorizonte Futebol Clube conquistou o título de campeão da 2ª Divisão, ascendendo à elite do futebol cearense. (Foto da Equipe campeã 2007)
 
Em 2008, o Horizonte Futebol Clube tinha como objetivo disputar a fase final do Campeonato Cearense de Futebol e ficar entre os quatro melhores da competição. Para alcançar esse objetivo, os trabalhos foram iniciados na primeira quinzena de novembro de 2007. E sob o comando de Argeu dos Santos, o Horizonte Futebol Clube conquistou o seu objetivo e terminou o campeonato como o terceiro colocado, (foto abaixo, Horizonte x Ceará em 2008)
 


conquistando também a vaga para disputar o Campeonato Brasileiro Série C, onde foi eliminado ainda na primeira fase. (Foto Abaixo, Horizonte x Sampaio Corrêa Serie C 2008)


Em 2009 o clube fez uma campanha mediana no Cearense 2009 terminando na 7ª posição. Em 2010 a equipe fez uma boa campanha no Cearense 2010 acabando na 4ª colocação, e conquistando o inédito Título do interior (que seria mais tarde chamada de Taça Padre Cícero), ao vencer o Gurany de Sobral por 7 a 0 e 5 a 2. Ainda em 2010, venceu a Copa Fares Lopes, derrotando o Icasa na final, e garantindo vaga para a Copa do Brasil 2011.
 
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GUARANY SPORTING CLUB

Fundação - 1938
O time de futebol do Guarany Sporting Club, conhecido também na Região Norte do Estado, carinhosamente, como Cacique do Vale, foi fundado oficialmente na cidade de Sobral, no dia 3 de julho de 1938. Reunidos na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da avenida Dr. Guarany com rua Cel. Mont'Alverne, em Sobral, um grupo de amigos saudosistas da época áurea do time do São Cristovão, que tinha revolucionado o futebol na Princesa do Norte, na década de 1920, resolveu fundar um novo esquadrão rubro-negro, escolhendo para o time, o nome de Guarany, para prestar um tributo ao primeiro filho de Sobral a se formar em medicina, o Dr. Antônio Guarany Mont'Alverne. 

Fundadores

Luiz Nogueira Adeodato, Francisco Martins, Euclides Andrade, Padre Aloísio Pinto e o estudante do ginásio sobralense, Magela Frota, foram os fundadores do Cacique do Vale. Eram, em sua maioria, torcedores do Clube de Regatas do Flamengo, do Rio de Janeiro, e escolheram como uniforme para o time do Guarany as cores rubro-negras, com a camisa de listras horizontais vermelhas e pretas, o calção todo branco e as meias em vermelho e preto, combinando com a camisa.

 

 Primeira Diretoria

A primeira diretoria do Guarany era composta por: Padre José Aloísio Pinto (Presidente de Honra) e Luiz Nogueira Adeodato (Presidente Executivo).

Amadorismo

Naquela época, anos 1930, o futebol na cidade de Sobral não era profissionalizado. Os jogadores jogavam com paixão e por amor ao clube. Havia uma torcida feminina organizada, com uniforme rubro-negro(camisa e saia), gorro na cabeça e bandeira em punho que fielmente se fazia presente nos jogos realizados nos campos da Cidao e no Prado.
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FORTALEZA ESPORTE CLUBE

 O clube que nasceu para ser o campeão Falar das origens do Fortaleza Esporte Clube passa necessariamente por falar do maior desportista cearense de todos os tempos: Alcides de Castro Santos. Primeiramente, ele fundou em 1912 um clube também chamado Fortaleza, que posteriormente veio a ter suas atividades encerradas. A seguir, participou da fundação do Stella Foot-Ball Club, em 1915 (Stella era o nome de um colégio suíço onde estudavam os filhos de alguns nobres representantes da alta sociedade de Fortaleza). Este clube teve estreita ligação com o Fortaleza Esporte Clube (FEC), principalmente pela presença de Alcides Santos na formação dos dois, tendo o Fortaleza sido fundado em 18/10/1918. Como grande desportista que era, também estimulou e participou da fundação de Riachuelo, Tabajara e Maranguape, todos antes de 1918. Esteve ligado ao Fortaleza EC em seus primeiros 20 anos de história.

Alcides Santos nasceu em 04/11/1889, filho do político e professor Agapito dos Santos. Estudou na Europa de onde trouxe a paixão pelo esporte bretão. Foi próspero comerciante, sendo sócio e fundador de diversas empresas cearenses, além de primeiro representante da Ford Company no Brasil. Foi fundador da Sociedade Cearense de Filatelia e Numismática. Comprou e doou ao Fortaleza o campo do Alagadiço (próximo de onde hoje é a Igreja de São Gerardo), além de construir o Campo do Prado (onde se situa a Escola Técnica Federal) e doá-lo à ADC (Associação Desportiva Cearense, fundada em 23/03/1920, sob sua liderança). Trouxe o primeiro atleta de fora do estado para jogar oficialmente em Fortaleza - Nelsindo em 1919. Além disso, foi atleta de remo do Flamengo, quando sua família morou no Rio de Janeiro, acompanhando seu pai, à época deputado federal.

No que se refere ao Fortaleza Esporte Clube, podemos citar, entre seus fundadores, o próprio Alcides Santos (o primeiro presidente do FEC), Oscar Loureiro, João Gentil, Pedro Riquet, Walter Olsen, Walter Barroso, Clóvis Moura, Jayme Albuquerque e Clóvis Gaspar, entre outros.

Além de Alcides Santos, o Fortaleza teve como presidentes (em ordem alfabética):

Acelino Costa Leitão
Agapito dos Santos
Airton França Rebouças
Alfredo Machado
Álvaro Kruel Viana
Antônio Renan Vieira e Silva
Ariosvaldo Gomes de Almeida
Camilo Aguiar
Carlos Alberto Ribeiro
Carlos Rolim Filho
Cleiton Alcântara Veras
Edmar Rabelo Maia
Edmar Vilar Queirós
Edmilson Barros de Oliveira
Edmilson Bindá
Eurico Salgado
Ezequiel Menezes Filho
Fares Cândido Lopes
Fernando Antonio Oliveira Silva
Flávio Novais
Francisco Alves Maia
Francisco Araújo
Francisco Bezerra de Oliveira
Francisco Maganhães
Francisco Marcello Martins Desidério
Francisco de Souza Filho
Galileu Saldanha
Heitor Ribeiro
Helder Veríssimo
Hider Correia Lima
Ivan Cesar Ramos (Carinha)
João César Vasconcelos
João de Deus Costa Lima
João Gentil
João Gonçalves Monteiro
Jorge Alberto Carvalho Mota
José Atanásio dos Santos
José Belém de Figueiredo
José Edy Sabóia
José Girão de Oliveira
José Girão Frota
José Milton de Holanda Pimentel
José Raimundo de Albuquerque Costa
José Ribamar Felipe Bezerra
José William Girão Frota
Lauro Pessoa Martins
Leonel Pereira de Alencar Neto
Lúcio de Castro Bomfim Júnior
Luiz Abner de Souza Moreira
Luiz Carlos de Oliveira (Almirante)
Manuel Nunes de Oliveira
Mário Morais
Mauro Morais
Mendo Leonel Chaves
Nestor Falcão Filho
Newton Cavalcante
Ney Rebouças
Osvaldo Azim Filho
Osvaldo Lima
Otoni Diniz
Paulo Rogério Magalhães
Paulo Arthur Carneiro Magalhães
Pedro da Silva Torres
Péricles Augusto Bezerra Mulatinho
Quintino Feitosa de Castro Paiva
Raimundo Regadas
Sílvio Carlos Vieira Lima

Sem falar de grandes nomes tricolores como o Cel. Mozart Gomes (e seus filhos), Luís Rolim Filho, Jackson de Carvalho, Antônio Gumercindo, Manuel Guimarães (e seu filho Maurício Guimarães), João Quevedo, Geraldo Luciano, Delfino Filho e Delfino Neto.
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FERROVIÁRIO ATLÉTICO CLUBE

Fundado por humildes trabalhadores em 9 de maio de 1933, no Setor de Locomoção da saudosa Rede de Viação Cearense (RVC), o Ferroviário Atlético Clube é a maior expressão esportiva de raízes operárias do Brasil, símbolo da democratização do futebol nacional e precursor do futebol profissional no estado do Ceará.

O Ferrão, como é conhecido, cresceu rapidamente e logo tornou-se uma das três grandes potências do futebol cearense. Sua história repleta de glórias, que ganha, a cada ano, novos e belíssimos capítulos, faz com que seu nome esteja sempre presente em qualquer abordagem sobre os grandes clubes brasileiros.

De acordo com Ernani Buchman, ex-presidente do Paraná Clube e autor do livro “Quando o Futebol Andava de Trem”, o Ferroviário não só é um dos maiores vencedores entre mais de uma centena de times de origem ferroviária no país, como é o que demonstra hoje a maior vitalidade, seguindo forte diante de tantas dificuldades que assolam o futebol brasileiro.

VALDEMAR CARACAS
Valdemar Cabral Caracas, nascido na cidade de Pacoti (CE) em 9 de novembro de 1907, é o fundador do Ferroviário Atlético Clube.
Foi também o primeiro comentarista de futebol do estado, trabalhando na Ceará Rádio Clube, pioneira da radiofusão cearense. Caracas se envolveu ainda com a política, sendo eleito vereador de Fortaleza em 1937, pelo extinto Partido Socialista. Posteriormente, em 1947, ajudou a fundar o Partido Socialista Brasileiro (PSB) no estado do Ceará.
Em 2007, comemorou-se o Centenário de Caracas.
A seguir uma crônica do próprio Valdemar Caracas, escrita em maio de 1994, onde ele conta detalhes sobre a fundação do clube coral.

FUNDAÇÃO DO FERROVIÁRIO ATLÉTICO CLUBE
Por Valdemar Cabral Caracas

Vou falar sobre o Ferroviário, precisamente do Ferroviário Atlético Clube. Nascido em 1933, fruto da junção das equipes "Matapasto" e "Jurubeba", recebeu, na pia batismal, o nome de Ferroviário Footbal Clube, mas, na confirmação da crisma, fiz substituir o Football por Atlético.
Antes que me perguntem, vou dar, para vocês, esta explicação primordial. Iniciava-se o ano de 1933, quando a direção da Rede de Viação Cearense (RVC) autorizou a execução de serviços extraordinários nas oficinas do Urubu, para a reparação de locomotivas, carros e vagões, durante um expediente noturno, que começava às 18 e terminava às 20 horas. 

Como o expediente normal expirava às 16:25, os operários mais jovens que residiam longe dali (Barro Vermelho, Soure, Otávio Bonfim, Quilômetro 8, Parangaba, Mondubim) resolveram aproveitar a hora de folga para a prática de futebol; na preparação do campo, a relva retirada do espaço a ele destinado, era constituída de mata-pasta e jurubeba.

A verve operária, que era fértil, escolheu, então, estas plantas medicinais para denominação das duas onzenas que se defrontavam todas as tardes, no campo improvisado. As traves das metas eram roliças, confeccionadas que foram com tubos inservíveis, retirados de caldeiras das "Marias-fumaça".

Com aquele "timezinho" cognominado apenas de Ferroviário, eles, os operários-atletas, ou melhor, pebolistas, foram aos subúrbios onde realizaram partidas amistosas, com real proveito para a harmonia do conjunto, tudo sem qualquer interferência da minha parte.

Foi, então, que deliberei fazer dele gente, como se diz na gíria. Reuní operários, meus companheiros, promovi sessão com livro para a lavratura de atas, fiz um retrospecto da agremiação que surgia, completei o nome desta e disse-lhes da importância daquela reunião, como fator auspicioso para projeção da classe ferroviária.

Era pretensão minha que tal ocorresse a 9 de novembro, quando eu completaria 26 anos, mas o entusiasmo exigiu a antecipação e não perdi tempo, marcando o dia para 9 de maio, exatamente 6 meses antes de 9 de novembro. Parti, então para a nova missão, aproveitando as horas disponíveis da minha atividade funcional.

Fui tudo no Ferroviário, menos presidente, porque nunca quis sê-lo. Fui pai, mãe, babá e, sobretudo, seu educador, disciplinando-o, pois a equipe suburbana era useira e vezeira em tomar o apito do árbitro, quando a decisão deste não lhe fosse agradável. Acabei com essa prática danosa ao seu comportamento, o time se fez clube, cresceu e está aí, vencendo os tropeços e dando alegrias a todos nós, seus torcedores.
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CALOUROS DO AR

O Calouros do Ar Futebol Clube é um clube de futebol da cidade de Fortaleza, capital do estado do Ceará. Fundado no dia 1° de janeiro de 1952, o clube ostenta como maior triunfo a conquista do Campeonato Cearense de 1955. É muito conhecido pelo fato de ser um time da Base Aérea de Fortaleza, possui uniforme semelhante ao Fluminense e tem como alcunhas o nome de  Tremendão da Aerolândia e Tricolor da Base Aérea
Fundado no ano de 1952, o Calouros do Ar sempre abrigou aspirantes a oficiais aviadores que chegavam todos anos à Base. O nome, por exemplo, é uma homenagem á banda musical da Base Aérea de Fortaleza. Seus atletas tinham todo o apoio do Comando daquela corporação e torcida quase total de todo efetivo da Base e de grande parte da cidade. Seus atletas eram todos da Base Aérea, mas, uma vez por outra, aparecia um bom jogador de fora, principalmente do interior do Estado e desde que não quisesse ganhar muito dinheiro, se mantinha como jogador do clube.

Sua estréia no futebol profissional foi no dia 10 de maio de 1953 ao empatar com o bom time do Gentilândia por 1 x 1, porém o clube ainda não conseguiu chegar ás finais daquele certame.
Um dos primeiros times do Calouros do Ar

Em 1954 ocorreu uma das maiores glórias do Tremendão da Aerolândia. O diretor do Ceará, Ivonísio Mosca de Carvalho, queria trazer para Fortaleza o time do Botafogo e seus craques para comemorar os 40 anos do Ceará (1914-1954). Porém, problemas no calendário dos times dos dois estados foram um empecilho. Ivonísio instistiu tanto que conseguiu acertar a vinda do clube carioca.

No dia 12 de junho, o Botafogo faria uma partida diante do Calouros, uma espécie de preliminar, num sábado. A festa mesmo dos 40 anos, seria no dia seguinte, domingo, quando os visitantes enfrentariam o Ceará. Durante o jogo, o Calouros do Ar enfrentou o time carioca de igual para igual. Apesar de que, das estrelas do clube alvinegro, só veio o Garrincha, faltando Didi e Nilton Santos. Mesmo assim o Tremendão fez valer o mando de campo e venceu o Glorioso por 1 x 0 com gol aos 40 minutos do segundo tempo anotado por Gilberto Ciarlini, para a festa dos torcedores cearenses.
Calouros do Ar: Chico Martins; Pedrinho e Azevêdo; Jandir, Helder (Zanata) e Índio; Luciano, Zezinho, Beto (Orlando Ciarlini) Nelsinho e Zuzinha.
Botafogo: Pianoswisky; Gerson e Floriano, Arati, Bob e Juvenal; Garrincha, Dino, Carlyle, Paulinho e Vinícius.
 Estádio Presidente Vargas, Fortaleza (CE). Gol: Gilberto Ciarlini (40 do segundo tempo).
Após esse feito o clube começou a ser mais respeitado, e provou esse respeito no estadual de 1955, quando venceu o segundo turno do torneio e enfrentou o Ferroviário na finalíssima em uma melhor de três partidas. Na primeira o Calouros do Ar venceu o Ferrão por 2 x 0, na segunda partida goleada do Ferroviário por 3 x 0. Na terceira e última partida nova vitória de 2 x 0 do Tremendão sobre o Ferroviário com gols de Zezinho e Zuzinha, conquista do clube da Aeronáutica no estadual, o que até hoje é o seu maior título.
 Calouros do Ar campeão de 1955
Em pé: Jairo,Pedrinho,Coité,Luciano,Jandir,Jesus e o diretor.Major Salgueiro
Agachados:massagista Porenga,Vandir,Zezinho,Beto,Helder,Zuzinha


Em 1956 o principal feito foi a goleada de 6 x 1 sobre o Remo em Fortaleza.
Time que jogou contra o Remo em 1956

O clube disputou os campeonatos cearenses de 1953 a 1968 e 1970 a 1998, conquistando o 3º lugar em1953, 1956, 1960 e 1968. Em 1960, Juarez, atacante da equipe, foi artilheiro do campeonato cearense, com 14 gols. Em 1968, o artilheiro foi Célio, com 9 gols.. Em âmbito nacional o Calouros do Ar chegou a disputar o Torneio Norte-Nordeste de 1968 e a 2ª Divisão brasileira em 1971 e 1972, sem conseguir passar da 1ª fase. Nesses últimos dois anos o clube teve a presença de Gildo, maior artilheiro da história do Ceará.

Calouros do Ar em 1971

 Gildo, ex-Ceará, com a camisa do Calouros do Ar nos anos 70

Time do Calouros do Ar nos anos 70

Nos anos 90 o time tricolor ficava sempre nas últimas posições da tabela de classificação do estadual, até que no ano de 1998 o clube foi rebaixado para a Segunda Divisão do Ceará, ficando em seu grupo com nenhum ponto na antipenúltima posição, após 44 anos de participações interruptas na elite cearense.

Calouros do Ar nos anos 90

Tentou sem sucesso retornar ao local em que se consagrou por anos, principalmente quando ficou na 3ª colocado na 2ª divisão estadual em 1999 e 2003. No ano de 2004 o clube voltou a fazer uma campanha de decepcionar até o torcedor mais fanático e caiu para a última divisão do Ceará, mergulhando no ostracismo.

Em 2008 fez uma boa campanha na Terceirona, mas acabou por não subir, e após a eliminação precoce no campeonato de 2009 o clube se licenciou das competições e ficou suspenso por suspeita de manipulação de resultados, com boas possibilidades de voltar em 2011. 

Hoje em dia a sua diretoria sofre para manter a equipe em atividade. O quadro de sócios, que recebeu poucos integrantes nas últimas décadas, por causa da seqüência de maus resultados, resume-se a um grupo de cerca de 20 torcedores, a maioria presente apenas em ano de eleições no clube. Na década de 60, uma partida entre o América, campeão de 1966, e Calouros do Ar, vencedor de 1955, levaria uma multidão ao estádio Presidente Vargas. Em 2009, porém, os times participaram da Série C do Campeonato Cearense. Infelizmente, em Fortaleza, o clube é hoje uma espécie de sinônimo de time ruim, com expressões do tipo “esses Calouros do Ar da vida…” Para completar o Calouros está suspenso até 2010 devido à suposta manipulação de resultado na derrota por 8 a 0 para o Tauá, no desfecho da terceira divisão de 2008.

Sr. Wambar Menescal, símbolo do clube tricolor

Bandeira histórica do Calouros do Ar


Escudos Anteriores



Evolução (de baixo para cima)



Mascote

Tremendão da Aerolândia


Estádio

Nome: Estádio Brigadeiro Médio José da Silva Porto
Local: Fortaleza/CE
Capacidade: 3000 pessoas
Inauguração: década de 50
Primeiro Gol:
Recorde de Público:
Propriedade: Calouros do Ar Futebol Clube

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